A tintura-mãe de uma planta medicinal, que é um concentrado das suas principais substâncias ativas, é obtida deixando a planta macerada em álcol etílico.
Este, por osmose ou difusão, absorve os ingredientes químicos que então poderão ser usados de forma isolada, sem que se necessite da planta fresca.
Este processo, até um certo ponto, é idêntico à obtenção de qualquer medicamento, seja ele naturopático ou alopático.
A farmacêutica é impensável sem as plantas e as suas tinturas.

Enquanto que a medicina clássica continua a diferenciar e a desfazer a tintura para isolar uma única substância ativa da planta, a medicina natural preserva o conjunto de substâncias e continua assim a utilizar toda a essência da planta, em vez de somente um dos seus aspectos.

Existem às vezes centenas de substâncias ativas numa única planta, muitas delas até hoje desconhecidas, que têm todas os seus efeitos específicos.
No entanto, muitos destes efeitos não podem ser atribuídos a uma única substância, mas a um conjunto delas.
É impossível entender completamente o seu funcionamento e tentar recriar este conjunto de maneira artificial.

Os princípios ativos duma planta contidos numa tintura podem ser absorvidos pelo corpo através do sistema digestivo, da mucosa oral ou da pele. Dependendo do tratamento, opta-se pelo caminho mais eficiente.

As tinturas de plantas são um dos pilares da medicação natural.

 

Um tratamento pode ser indicado quando houver um dos seguintes sintomas:
Problemas ou Incómodos Físicos
Desequilíbrios Emocionais
Falta de Energia ou Cansaço
Ansiedade, Depressão ou Sintomas de Stress
Acompanhamento de Terapias Médicas
Aumento do Desempenho Profisssional ou Desportivo
Preparação para Provas ou Competições

 

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